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Laranjeiras, terra das artes
Nosso bairro tem uma reprimida vocação, vocação para tornar-se uma galeria a céu aberto e/ou sob quaisquer tetos por mais precários que sejam.
Nossos artistas são guerreiros e...



Conversa de Livraria
Leia na íntegra a crônica de Sérgio Bernardo “Itinerário Amoroso por Laranjeiras Boêmia”, primeiro lugar no concurso Laranjeiras em Prosa e Verso.


Nascida no samba, mas criada ao som da música clássica

Tatiana Paradella

Filha de Martinho da Villa e da professora de educação física Rita Freitas, a pianista Maíra Freitas recebeu o Jornal Folha da Laranjeira ao som de Chopin em seu apartamento na rua Leite Leal.

Seus estudos musicais se iniciaram aos seis anos de idade, na Pró-Arte, com a professora Elza Usurpator-Schachter. Aos nove anos, teve o desejo de estudar piano. Após algum tempo em contato com o instrumento, foi para o Conservatório Brasileiro de Música e hoje, cursando o 5º período de Música na UFRJ, Maíra quer fazer carreira acadêmica e continuar tocando em recitais e em apresentações públicas.

A escolha de viver da música ela costuma brincar que aconteceu quando ainda estava na barriga de sua mãe. Porta-bandeira do Salgueiro, Rita desfilou grávida na Marquês de Sapucaí.

- Cresci com uma influência musical muito grande: o samba. Mas isso não interferiu em nada na minha escolha. Sou muito eclética e meu estilo musical depende do meu humor. Há dias em que acordo totalmente Bach e em outros totalmente Beethoven (risos). Adoro tocar Villa-Lobos. Me sinto feliz quando toco e mais ainda quando consigo emocionar as pessoas com a minha música.

FL – O que você acha de morar em Laranjeiras?
Maíra - Sou apaixonada pelo bairro das Laranjeiras. Nunca morei em outro lugar. Moro aqui desde sempre (risos). Mudamos de prédio algumas vezes, mas nunca saímos do bairro. Adoro caminhar por Laranjeiras e falar com as pessoas. A minha família sempre morou aqui, então conheço todos, desde o jornaleiro aos comerciantes. Jamais moraria em outro lugar.

FL – Qual o lugar aqui no bairro que você mais gosta de ir?
Maíra – Gosto de ir a Hide Way, mas costumo freqüentar a Tasca do Edgar, lugar onde como os deliciosos pasteizinhos de camarão e siri, feijoada e bato papo com os meus amigos. Meu avô era muito amigo do Sr. Edgar. Freqüento o lugar quando ainda estava no meu carrinho de bebê.

FL – O que você gostaria que melhorasse no bairro?
Maíra - Gostaria de que o Projeto das Casas Casadas realmente fosse inaugurado. Na minha opinião este é um dos maiores problemas que o bairro têm, seguido do trânsito e segurança, que são péssimos, mas que ocorrem em todo o Rio de Janeiro. É uma pena ver um espaço cultural tão belo e sem atividade.

FL – Sua mãe sempre apoiou você na sua escolha pela música ou foi influência paterna?
Maíra – Meu pai é muito ocupado. Ele viaja bastante, portanto não temos um contato freqüente, mas sempre que dá nos vemos. Minha mãe sempre quis que eu fosse atleta ou bailarina, mas não deu muito certo (risos). Comecei a fazer natação no Fluminense quando ainda tinha seis meses de vida. Parei, porque a atividade exigia que eu acordasse muito cedo e não agüentei o ritmo. Tentei fazer vôlei, basquete e depois o ballet. Enfim tentei todos os esportes em que minha mãe me colocou, mas não levo jeito mesmo (risos). Não sou uma pessoa esportista, desisti.

FL – Qual foi a maior emoção da sua vida?
Maíra - Foi quando toquei no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, acompanhada pela Orquestra Sinfônica do Rio de Janeiro e onde solei meu primeiro Concerto para Piano e Orquestra. O Theatro estava lotado. Um público de aproximadamente três mil pessoas, no evento que a Prefeitura oferece todo o último domingo do mês, em que os ingressos custam R$1,00. Estava muito emocionada. Foi o meu primeiro solo.




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Jornal da AMAL
ano 26 - nº 210
Jan-Fev/06