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Anexo da Escola Senador Corrêa sem destino

Escola foi toda reformada, no entanto não tem móveis nem professores. O objetivo era atender crianças especiais

Tatiana Paradella

Após o término das obras de restauração do anexo à escola Senador Corrêa, na rua São Salvador, em meados de 2005, a situação ainda gera polêmica quanto ao seu destino.

A expectativa era de que o prédio fosse reservado às crianças portadoras de deficiências especiais e que são moradoras do bairro das Laranjeiras e entorno, mas o destino ainda é incerto. O anexo está estruturalmente pronto, porém faltam lotar os profissionais do local e a mobília. A Secretaria de Educação do Município do Rio de Janeiro (SME-RJ) informa que a obra da Escola Senador Corrêa foi projetada e executada para que pudesse atender a qualquer criança, inclusive as que apresentam algum tipo de deficiência.

Apesar da assessoria afirmar que as matrículas estão abertas desde agosto de 2005, o que se atesta na realidade é bem diferente. Faltando poucos dias para o início do ano letivo, o prédio encontra-se do mesmo jeito desde que foram finalizadas as obras.

Marcia Lopez Bouez, psicóloga e mãe da jovem Mariana, que sofre as conseqüências de uma toxoplasmose pré-natal está inconformada com a situação. Diz que não consegue trabalhar, pois não existe um local adequado pelas proximidades, onde ela possa deixar sua filha.
- Fico limitada. A Mariana não fala e não anda, ainda exige muito de mim. Preciso trabalhar, mas não encontro um local adequado para deixar minha filha. Ela precisa receber tratamento especial e ser estimulada. Ela nasceu com microcefalia e problemas neurológicos. Por isso resolvi parar de trabalhar, assim tenho certeza de que ela estará sendo bem cuidada. O meu maior medo é que ela seja maltratada, por não saber se comunicar e pela falta de profissionais gabaritados para atender estas necessidades. Sei que existem muitas mães na mesma situação ou até mesmo em piores condições, mas gostaria de que a Prefeitura pudesse olhar com mais carinho para estas crianças tão especiais quanto a minha - desabafa Márcia.

A assessoria informou que foi instalado um elevador e que cada criança será avaliada antes de ser matriculada.
- Por ter um terreno amplo, foram pensadas salas anexas para ampliar o número de crianças a serem beneficiadas pela nova escola. Na ocasião, a professora Leila Blanco, diretora do Instituto Helena Antipoff, lembrou que a utilização das mesmas poderia ser dedicada a um grupo de alunos que precisa de classe especial. A ocupação das salas por classes especiais se fará após avaliação criteriosa das necessidades de cada criança e a averiguação do modelo de atendimento mais adequado. Por ser um prédio antigo restaurado, não houve possibilidade de instalação de rampa. Mas foi instalado um elevador para as crianças que utilizam cadeiras de rodas ou tenham dificuldades na locomoção – informou a assessora da SME.

Agora é aguardar e torcer para que tudo se resolva o mais rápido possível.

Foto: Frente do anexo da escola restaurada




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Jornal da AMAL
ano 26 - nº 210
Jan-Fev/06