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Gilson Nazareth entrevista a artista plástica Helena Mori.



Conversa de Livraria
Cristina da Costa Pereira homenageia, em sua coluna, a Dra. Nise da Silveira, no ano do centenário de seu nascimento.


Gilson Nazareth entrevista Helena Mori


Quais suas ligações com as artes?
Helena Mori – Trabalho na galeria de arte da Fundação Macaé de Cultura, faço parte da AAPLAM – Associação dos Artistas Plásticos de Macaé e sou professora de artes no primeiro grau.

Mas você tem outras ligações, estas familiares, com as artes, não é?
Helena Mori – Tenho dois irmãos que são artistas plásticos Katsutoshi Mori, de São Paulo,que trabalha com papel reciclado e Eisaburo Mori, do Rio de Janeiro, bastante conhecido e festejado.

O pintor Eraldo Motta elogia muito seus trabalhos pessoais neste campo. Quando eles poderão ser vistos?
Helena Mori – Ainda falta algum trabalho,estou numa fase experimental.

A AMAL se entusiasmou e encampou sua proposta ARTE NAS PRAÇAS. Fale-nos dela.
Helena Mori – Os artistas estão com falta de espaço para mostrar e comercializar seus trabalhos.
Nas praças cabem atividades artísticas que são inclusive educativas.
Os bairros de Laranjeiras e Catete abrigam muitos artistas plásticos e estes estão com uma demanda reprimida de espaços. O artista precisa de espaço e público ou sufoca.

Sabemos que a proposta foi encaminhada às autoridades competentes, faz tempo. Como está o andamento do processo?
Helena Mori – O processo deu entrada na IV Região Administrativa e teve boa acolhida por parte de D.Vitória Cervantes, que tem nos ajudado. O processo já caiu em duas exigências, as quais foram cumpridas em tempo hábil.

Agora o processo depende de quê?
Helena Mori – Do Administrador Regional se sensibilizar com as necessidades do bairro.

Você teve alguma experiência paralela a esta em Macaé?
Helena Mori – Sim, o então prefeito Silvio Lopes, por meio do presidente da Fundação Cultural, Aldo Mussi, fomentou a cultura incluindo as artes plásticas.Macaé deu um salto qualitativo e quantitativo na área.

Qual sua esperança para Laranjeiras?
Helena Mori – Uma prefeitura que compreenda a necessidade dos apostadores compulsivos há também de compreender a necessidade dos criadores compulsivos de arte.


Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE-FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO-UFRJ
[email protected]




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Jornal da AMAL
ano XXV nº 208
10-11/05