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Entrevistando Cecília Ottoni
Folha da Laranjeira - Cecília, além de Ottoni ocê é Cardoso de Menezes e foi casada na família Nabuco. Como é para uma artista plástica comtemporânea carregar tantos sobrenomes?

Cecília Ottoni - Não sou apegada à isso, é simplesmente o nome das pessoas, da família através da qual eu vim. Família que a meu ver, como muitas, com seus defeitos e qualidades.....




Laranjeiras como pano de fundo

“O PT pagou um preço pela vitória. Por ter chegado à presidência sem ter a maioria no Congresso”


A história de William Campos, 38 anos, com o bairro de Laranjeiras é tão antiga quanto a sua militância po lítica. Aluno secundarista do Colégio Pedro Álvarez Cabral, em Copacabana, ele costumava freqüentar o Colégio São Vicente, em Laranjeiras, para reuniões no Grêmio. Mais tarde, seu caminho mais uma vez passou pelo bairro, quando ingressou no curso de história, na Universidade Santa Úrsula, onde presidiu o Diretório Central de Estudante, em 1987. Neste período William também fazia parte da Une (União Nacional dos Estudantes), localizada na rua do Catete. Já na vida profissional e depois de dirigir alguns colégios no Rio de Janeiro, William foi Secretário Estadual de Educação, em 2002, o que obrigatoriamente o fez freqüentar a sede do Governo do Estado, na rua Pinheiro Machado. Após sair do governo, William se rendeu aos apelos da cunhada e foi morar na rua Marquesa de Santos com sua esposa. Apesar de hoje não morar no bairro, sua ligação continua intensa com Laranjeiras, já que seu clube de coração é o Fluminense.

Folha da Laranjeira: Todos que te conhecem sabem da sua paixão pelo Fluminense. Como surgiu essa veia tricolor?
William Campos: Virei tricolor quando tinha 11 anos. O Fluminense na época dava muita alegria. Foi um time que me empolgou. Hoje estou triste com o Fluminense, porque desde quando o Romário saiu não conseguiu se recuperar da necessidade de ter um matador, um artilheiro. Acho o Tuta fraco e o Lenny imaturo. Espero que seja campeão no Campeonato Brasileiro e compense os últimos anos. Temos time pra ganhar, só precisamos ter mais produtividade e um goleador mais eficaz.

Folha da Laranjeira: Desde 2003 você foi convidado para ser representante do Ministério da Educação no Rio de Janeiro. Como foi essa experiência?
WC: Pude atuar de maneira mais vinculada ao nosso estado, ajudando a trazer um novo Colégio Pedro Segundo para Realengo e Niterói; um novo Cefet para Maria da Graça, Realengo, São Gonçalo e Campos; além da ampliação da UFF para Volta Redonda e da UFRRJ para Nova Iguaçu.
Em Laranjeiras fizemos um investimento grande no INES, que desde maio é a primeira universidade na América Latina de Libras-Português. Participei da equipe do Ministro Tarso Genro que montou o Pró Une e do projeto do Fundeb (Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação Básica). Isso vai ser bom porque vai possibilitar que os municípios possam ter creches e mais escolas e que o estado possa melhorar o ensino médio.

FL: Neste momento você se afastou do cargo para disputar as eleições para deputado estadual. Por que considera a sua candidatura importante?
WC: Sou do Partido dos Trabalhadores há 20 anos. Já fui da direção municipal e hoje sou da direção estadual. Acho que é necessário um professor deputado estadual e mais importante do que falar eu acho que os deputados deveriam saber fazer, saber fiscalizar. Eu tenho muita experiência por ter sido secretário estadual de educação e ter sido diretor do Instituto de Educação.

FL: Como representante do MEC, quais os principais problemas na área da educação que você identifica no Rio de Janeiro?
WC: Precisamos incentivar uma profunda criação de creches e pré-escolas, para melhorar a qualidade das crianças que entram no ensino fundamental. No ensino fundamental precisamos que os professores tenham um piso salarial maior. O ideal é pelo menos 850 reais, que é o que o Fundeb propõe. As escolas do Estado têm que melhorar sua carga horária. O Mec ajudou na distribuição de livro, mas é muito pouco. O Rio ainda tem um dos melhores ensinos do País, mas temos que querer mais e mais.

FL: Como você viu essa crise no governo e no Partido dos Trabalhadores? Em algum momento pensou em deixar o partido?
WC: Não é porque o time eventualmente passa uma má fase que eu mudo de time. No caso do PT é a mesma coisa. Acho que o PT não conseguiu mostrar à população a importância de eleger deputados e senadores para viabilizar o governo Lula, por isso passou dificuldades tendo que governar com alianças com deputados que governam o Brasil há 500 anos. Ou seja, o PT pagou um preço pela vitória. Por ter chegado à presidência sem ter a maioria no Congresso. Acho que houve uma lição não só para o PT como para o Brasil. O PT é maior que seus dirigentes e naturalmente vai sobreviver desde que afaste os maus políticos e mantenha a postura ética, sempre preocupado com a transformação da realidade brasileira.




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Jornal da AMAL
ano 26 - nº 212
Maio-Junho/06