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Entrevistando Cecília Ottoni
Folha da Laranjeira - Cecília, além de Ottoni ocê é Cardoso de Menezes e foi casada na família Nabuco. Como é para uma artista plástica comtemporânea carregar tantos sobrenomes?

Cecília Ottoni - Não sou apegada à isso, é simplesmente o nome das pessoas, da família através da qual eu vim. Família que a meu ver, como muitas, com seus defeitos e qualidades.....


MACRO & MICRO

Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE - FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO - UFRJ



Entrevistando Cecília Ottoni


Folha da Laranjeira – Cecília, além de Ottoni você é Cardoso de Menezes e foi casada na família Nabuco. Como é para uma artista plástica contemporânea carregar tantos sobrenomes tradicionais?
Cecília Ottoni –
Não sou apegada à isso, é simplesmente o nome das pessoas, da família através da qual eu vim. Família que a meu ver, como muitas, com seus defeitos e qualidades, mas tenho todo respeito por tudo que meus familiares conquistaram com seus benevolentes idealismos e sou grata também por tudo que puderam fazer por mim.

FL – Continuemos falando da família. Sua irmandade, de dez irmãos é formada por artistas da palavra: poetas, escritores e radialista. Só você e o Jorge, que é arquiteto, se realizam nas pranchetas. Como as artes plásticas a envolveram?
CO –
Creio que a arte veio no meu espírito. Não sei lhe dizer como me envolveu. Sei que sou sensível à ela. E como desde pequena gostava de desenhar, dar desenhos com dedicatórias para minha mãe, meu pai e meus irmãos. Eles gostavam e me incentivavam com isso. Aos 13 anos comecei a freqüentar o ateliê de artes plásticas Hélio Rodrigues, outro que me valorizou e incentivou muito, e lá fiz vários cursos e a partir daí, não parei mais de desenhar e pintar. Só em alguns períodos de turbulências, mudanças de casas e tal, dou uma parada, mas sempre retomo essa atividade que amo.

FL – Onde e como se deu sua formação artística?
CO –
Ateliê de Artes Plásticas Hélio Rodrigues com o professor Hélio Rodrigues. Centro de Pesquisa de Artes de Ipanema com o professor Bruno Tauss. EAV (Escola de Artes Visuais) do Parque Lage com os professores Giangüido Bonfanti, Mollica, Igor K. Marques, Astréa El-jaick. E outras também importantes para mim.
Foi muito importante e maravilhoso para eu participar dessas escolas de artes, pelo espaço de expressão pelo incentivo a fazer e ver o nosso trabalho e os dos outros alunos, pela troca e valorização do orientador.
Durante um tempo, dividi um ateliê em Santa Teresa com alguns artistas: o francês Eric Collete, o arquiteto Marco Cavalcanti, o ex-professor da EAV do Parque Lage Igor K. Marquês.
Atualmente trabalho sozinha, mas procuro, às vezes, um ex-professor para avaliar comigo o que estou fazendo. E quero visitar mais ateliês de amigos. Essa troca é importante para mim, para o meu trabalho.

FL – Seu trabalho atual lembram projetos de arquitetura ou cenários gigantescos, todos fantásticos. Por que este caminho?
CO –
Que bom que você gosta! Não sei, é espontâneo em mim. Me ligo na geometria, admiro composições geométricas, seqüências, pontos de fuga, superposições, quebradas, plantas baixas... Isso brota nos meus abstratos e os capto também em figurativos.

FL – Sabemos da dificuldade de todo artista plástico para encontrar espaços para expor. Qual, ou quais, seus projetos de exposição?
CO –
No momento, estou grata à você, Gilson Nazareth, da AMAL (Associação de Moradores de Laranjeiras) e aceitando o seu convite para expor no salão da AMAL.
Acho importante contribuir de alguma forma com a expressão cultural do seu bairro, da sua cidade, pais, planeta...
Tem alguns espaços que acho interessante para expor, e dando fluência ao meu trabalho, espero que isso vá se resolvendo também.

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Fale com a artista - Cecília Ottoni

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Jornal da AMAL
ano 26 - nº 212
Maio-Junho/06