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Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE - FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO - UFRJ


Gilson Nazareth entrevista Ana Cícera
GN: Quando você começou a trabalhar com cultura e o que a levou a este caminho tão difícil? AC: Sempre gostei de arte. Fico imaginando que um artista plástico tem algo divino com ele....




MEMÓRIA DO BAIRRO

Prof. Milton de Mendonça Teixeira

Rua Alice


A rua foi aberta, em seu trecho inicial, em 1887, por Klingelhoefer & Cia., cujo presidente era o engenheiro Eduardo Klingelhoefer da Fonseca, pai de Alice Klingelhoefer da Fonseca (1882-1960), homenageada dando seu nome à dita rua quando estava com cinco anos. Logo depois, o mesmo engenheiro Klingelhoefer formou sociedade com outros acionistas e projetou não só o prolongamento da rua até o topo do morro, como um túnel e linha de bondes ligando os bairros de Laranjeiras e Rio Comprido. A sociedade conseguiu realizar as obras da rua e túnel, mas não a da linha de bondes, cuja concessão foi considerada caduca em 1889.

Na década de vinte, instalaram-se na rua três casas de tolerância, das quais as duas maiores granjearam fama na história da boemia do Rio de Janeiro. Eram apelidadas galhofeiramente de “B (*) de Ouro” e “B (*) de Prata”, sendo a “de Ouro” bem no alto, próxima ao túnel, e de mulheres de fino trato, francesas, polonesas, etc. A “de Prata” era mais em baixo, e ocupada por brasileiras. Esta última, que acabou sobrevivendo a todas, era também conhecida pelo nome de “Casa Rosa”, só fechando as portas na década de 1990. Chegou a ser freqüentada por figurões da República. É presentemente uma casa de festas.

A Sra. Alice Klingelhoefer da Fonseca, ao contrário do que muitos afirmam, nunca foi prostituta. Casou-se e constituiu família, indo morar no Leme. Ainda em 2.005 vivia uma filha sua, Da. Elza Klingelhoefer da Fonseca Leal, nascida em 1907 e morando na Lagoa. Era mãe do famoso antiquário José Carlos Klingelhoefer Leal. A confusão se deu porque uma das “gerentes” de uma das casas de tolerância realmente se chamava “Alice”.

No dia 2 de agosto de 1973, ocorreu nesta rua um rumoroso caso de seqüestro, quando um grupo de meliantes invadiu uma residência familiar no número 1606 e seqüestrou o jovem inocente Carlos Ramirez, vulgo “Carlinhos”, de doze anos, filho de um pequeno empresário, crime que mobilizou as crônicas policiais durante muitos anos e nunca foi solucionado. Levantou-se suspeita sobre o comportamento do pai, João Melo da Costa, bem como de alguns parentes, mas nada foi provado. A polícia fez um péssimo trabalho. O Delegado Darci de Araújo, estava mais interessado na imprensa e só iniciou as investigações quase um mês depois. Seu substituto, o Delegado Moacir Bellot, agiu de forma parecida e nada conseguiu de positivo. O menino nunca mais apareceu. Ficou a dor para a mãe, Da. Maria da Conceição Ramirez.





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Jornal da AMAL
ano 27 - nº 217
abril/07