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Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE - FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO - UFRJ


Vamos ao que interessa
Trabalhamos o Orkut enquanto espaço de conexão entre os fazedores de cultura, aqueles que....




Muito barulho por [quase] nada




Alardeado aos quatro cantos como um novo empreendimento cultural para a cidade do Rio de Janeiro, as Casas Casadas até agora não passam de um sonho. Aberta ao público em setembro de 2004, as casas já deveriam abrigar uma sala para exibição de filmes, cabines com equipamentos de última geração, salas de exposição, além de uma livraria e um restaurante. No entanto, até agora o grande espaço não vem sendo bem aproveitado e serve apenas como sede da RioFilmes.

- É uma pena ver um imóvel tão grande e mal aproveitado. Foram anos de luta junto aos órgão públicos e quando pensávamos que a população seria recompensada, mais uma vez vemos a sociedade ser excluída – lamenta Paulo Marrayo, presidente da Amal.

Amal quer Centro de Pesquisa de Laranjeiras

Uma das sugestões da Associação de Moradores e Amigos de Laranjeiras (Amal) é a criação do Centro de Pesquisa de Laranjeiras, onde os moradores da cidade possam buscar informações sobre o bairro e que hoje encontram-se na sede da Associação.

– Isso era o mínimo que a Prefeitura poderia oferecer aos moradores de Laranjeiras que tanto lutaram para conseguir recuperar as Casas Casadas. Até agora estamos esperando que se monte uma programação cultural dirigida a toda a sociedade – diz Gilson Nazareth, diretor de cultura da Amal.

História das Casas Casadas (fonte: Prefeitura do Rio)

As Casas Casadas, tombadas em 1994 pela Prefeitura, foram construídas em 1883 pela família Leal. O conjunto – cujo endereço atual é Rua das Laranjeiras nº 307 e Rua Leite Leal nºs 11, 19, 29, 33 e 45 - é um exemplar único de residência multifamiliar do século 19, análogo aos edifícios residenciais atuais.

Ao correr dos anos, as Casas foram se deteriorando. Ao mesmo tempo, surgiram vários movimentos em prol de sua preservação. Aqui cabe destacar a luta da Associação dos Moradores e Amigos de Laranjeiras (Amal).
Finalmente, em dezembro de 1996 a Prefeitura adquiriu o imóvel e realizou as obras de estabilização. A essas se seguiram os trabalhos de restauro.

As Casas Casadas tinham originalmente seis unidades residenciais autônomas, com rés do chão e mais três pisos, 14,60m de frente por 43,60m de fundos em centro de terreno. A área útil é de 2.400 metros quadrados.

A arquitetura é neoclássica, privilegiando a simetria na composição, segundo dois eixos ortogonais, com grande unidade formal entre as fachadas principais (frente, fundos e as laterais).

A cobertura em telhas de cerâmica, do tipo francesa, é arrematada por lambrequins sob os beirais, marcando os eixos da composição. Os umbrais de granito guarnecem as esquadrias de madeira e vidro.

O pé direito alto, a posição das escadas no centro das unidades e a tiragem natural do ar, em conjunto com a iluminação obtida através das clarabóias de vidro, contribuem para o conforto térmico e a boa aeração dos aposentos.

As Casas Casadas eram originalmente um belo conjunto de seis unidades residenciais autônomas em arquitetura neoclássica. Foram construídas em 1883 pela família Leal e tombadas em 1994 pela Prefeitura do Rio, por se tratar de um exemplar único de residência multifamiliar do século 19.
Em dezembro de 1996 a Prefeitura adquiriu o imóvel e iniciou as obras de restauração, para fazer delas um Centro Cultural.




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Jornal da AMAL
ano 26 - nº 214
set - out/06