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Pela mão de Cristina da Costa Pereira, Laranjeiras faz o resgate de um passado de convívio inteligente: bibliotecas, pianos,...



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Lá ela entrevistou o livreiro Jair Gonçalves Pinheiro, 81 anos, dono de uma banca de literatura de cordel


Sociedade Viva Cazuza é de Laranjeiras

Instituição é um dos marcos na luta contra a
Aids no Brasil

Mariana Queiroz

Uma das mais conhecidas Instituições do Brasil que lutam contra a epidemia da aids situa-se no bairro de Laranjeiras, na rua Pinheiro Machado. Fundada por Lucinha Araújo, mãe de Cazuza – ídolo da música brasileira que veio a falecer com a doença, a Sociedade Viva Cazuza desempenha um importante papel na vida dos pacientes infectados, fortalecendo-os física e psicologicamente.
As ações da Casa consistem em três projetos: o apoio pediátrico a crianças órfãs, vítimas da doença, o apoio social a pacientes adultos, assistidos pelo Hospital da Lagoa e Hospital São Sebastião, e a divulgação de um site educativo contendo todos os esclarecimentos e as novidades científicas sobre a doença.
O apoio pediátrico é muito mais do que diz o nome, na verdade se consiste na casa família de crianças órfãs de pais que morreram vítimas da aids, e que são obrigadas a carregar o árduo fardo do vírus em seus organismos. Ali elas residem e têm todo o conforto, alimentação, reforços para os estudos, enfim, todos os itens para o desenvolvimento de uma criança.
- Elas levam uma vida completamente normal - diz Christina Moreira, coordenadora de projetos da Sociedade. Claro que são diferentes porque necessitam ter um controle rígido para tomar os medicamentos, mas são bem integradas à sociedade: brincam, fazem esporte, aulas de inglês e estudam em uma escola comum - afirma.
Além disso, outras crianças, freqüentemente, vão à Instituição brincar com as crianças do projeto. Isso mostra que o preconceito já diminuiu muito em relação à doença. No entanto, como conta Christina, já houve um caso explícito de preconceito no Colégio Laranjeiras, quando foi preciso até tirar as crianças dali.
- Mas já percebemos uma evolução muito grande neste sentido, considera.
Já o trabalho com os pacientes adultos tem um enfoque mais educativo. As atividades são feitas por meio de uma equipe de profissionais e estagiários do ramo da saúde, entre fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, dentista, médicos, fisioterapeutas, entre outras áreas. São eles que mostram aos doentes a importância de tomar os medicamentos certos nos horários determinados, e, incentivando-os, principalmente, a continuar o tratamento. Afinal, segundo Christina, quando eles passam a sentir alguma melhora nos sintomas, muitos abandonam os remédios, colocando em risco todo o processo. Também é realizada uma identificação por cores para os pacientes não-alfabetizados e é feita uma doação de cestas básicas, mensalmente na Instituição, uma estratégia para que os funcionários possam fiscalizar o comprometimento dos pacientes com os medicamentos. Se não fossem esses procedimentos, certamente muitos deles já teriam morrido pela doença ou por desmotivação pela vida.
Já o site educativo funciona como um fórum científico na Internet, que informa ao portador desde as novidades em remédios, eventos realizados, as lutas conquistadas, a forma de prevenção e os passos a serem dados. A Sociedade Viva Cazuza, junto com várias outras entidades que têm o mesmo objetivo, é responsável por parte do conteúdo deste site. Todas essas instituições trabalham em parceria, cada uma cuida de pacientes de determinados hospitais ,mas todas assumem as mesmas metas a serem atingidas.
- Não somos capazes de fazer tudo. Precisamos trabalhar com uma divisão de tarefas. Tudo tem que ser bem organizado - afirma Christina.

Lucinha Araújo

A Sociedade Viva Cazuza é a concretização de um sonho realizado com muito esforço, idealizado logo após ....

Informações: A Sociedade Viva Cazuza é aberta ao público às quintas-feiras, de 15 às 16h. É preciso agendar a visita no tel.: 2551-5368. Endereço: Rua Pinheiro Machado, nº 39.




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Jornal da AMAL
ano XXV nº 205
05/05