|  HOME - Notícias Semanais  |  ANUNCIE AQUI  |  INFORMATIVO  |  CONTATO - faleconosco@bairrodaslaranjeiras.com.br  |

HOME Notícias semanais

CULTURA E TURISMO

ENDEREÇOS NO BAIRRO
Atividades físicas
Bares e Restaurantes
Cafés, Lanches e Sucos
Comércio e Serviços
Estabelecim/ de Ensino
Hospitais e Clínicas

FESTAS E EVENTOS

MATÉRIAS E NOTÍCIAS

MURAL DO BAIRRO

TRABALHOS SOCIAIS E
ASSOCIAÇÕES


UTILIDADE PÚBLICA

VARIEDADES
Anuncie no Bairro
Contato do Bairro
Blog do Bairro
Detalhes do Bairro
Fotos do Bairro
Informativo do Bairro
Twitter do Bairro

Colaborador do Bairro:
- Sergio Castiglione
- Vida Verde



AMAL

Capa da Folha
Onde encontrar
Expediente



MACRO E MICRO

Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE - FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO - UFRJ


Desligue o aparelho auditivo
Aposente seus óculos para perto.
As tarifas não permite a comunicação contínua ao telefone e nem mesmo pelo correio.
...



PALAVRA DO PRESIDENTE

Marcus Vinicius Seixas

O engodo do gás natural: “A CEG NÃO VENDE GÁS, A CEG VENDE ENERGIA”


Em meados dos anos 90, no Governo de Fernando Henrique, a Petrobrás resolveu aumentar o volume de compras de gás natural e concentrou na Bolívia seu fornecedor. Com isso, comprometeu-se em adquirir uma quantidade enorme de metros cúbicos sem haver, ainda, um mercado que absorvesse tal disponibilidade. Qual a saída? A saída foi “empurrar” para os distribuidores estaduais o volume contratado em excesso, trazendo aí um fator capcioso. Os distribuidores estaduais que naquela altura eram estatais tiveram que ser privatizados, pois os Estados não tinham recursos suficientes para investir na ampliação do fornecimento. Haveria a possibilidade de levar a insolvência os distribuidores caso não conseguissem investidores particulares.

Em resumo, criaram um problema para “surgir” uma solução que seria a privatização. Para nós simples consumidores, o Governo do Rio de Janeiro (Marcelo Alencar), privatizou a CEG e concedeu aos novos donos a possibilidade, via incentivos, de vender gás natural para veículos automotores (GNV) e a reformulação da distribuição domiciliar. Essa se daria com a conversão das instalações de rua, das casas e apartamentos, mas o custo da adequação correria por conta do cidadão. Touché! Entregou-se ao novo concessionário a ampliação de seu mercado obrigando o pobre consumidor a gastar muito dinheiro para receber o gás natural, ou então ficar com o mesmo desligado, caso não fizesse as obras. Chegou-se ao cúmulo de um prédio no Flamengo gastar R$ 400 mil em obras para adequar sua rede interna. Não satisfeitos, disseram que o consumo de gás natural seria menor do que o de gás manufaturado, concluindo-se que o custo para o consumidor seria diminuiria. Porém, esqueceram de dizer que como o poder calorífico era maior no gás natural, o preço seria corrigido para equilibrar o menor consumo. Quem for reclamar com a companhia de gás, agora, ouve uma pérola do engodo: “A CEG NÃO VENDE GÁS, A CEG VENDE ENERGIA”. Portanto, o consumidor/cidadão ficou com o mico na mão. Paga mais por menos gás, com o risco de desabastecimento, cujo fato gerador foi pensado e operacionalizado por investidores e seus agentes espertos há poucos anos atrás. Só no capitalismo brasileiro!





BLOGS INTERESSANTES

COLHER DE CHÁ
Por Manoela Cesar

FILMES INTERESSANTES
Por Fábio Nunes

LECTOR IN FABULA
Por Nelida Capela

OLHAR NÔMADE
Por Nelida Capela

RECICLOTECA
Por Recicloteca

TECNOLOGIA E MOBILIZAÇÃO SOCIAL - TMS5
Por Nelida Capela

TECNOLOGIA OUTONAL
Por Claudia Sardinha

TRANSPORTE ATIVO
Por Transporte Ativo
EVENTOS REALIZADOS
EM 2011


FOTOS DO BAIRRO



Clique na foto...
EVENTOS REALIZADOS
EM 2010





© 2005 Isabel Vidal
Todos os direitos reservados


Jornal da AMAL
ano 27 - nº 222
novembro/2007